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	<title>Blog da Recicloteca &#187; Embalagem</title>
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		<title>Fim sacolas plásticas nos supermercados também em SP</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 09:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduo / Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Redação Página Sustentável Depois de uma experiência piloto nas cidades de Jundiaí e Monte Mor, obanimento da entrega gratuita das sacolinhas plásticas se estenderá para todo o Estado. É o que promete um acordo de cooperação que será assinado &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2011/05/07/fim-sacolas-plasticas-nos-supermercados-tambem-em-sp/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Redação Página Sustentável</em></p>
<h3 style="text-align: justify;"><em>Depois de uma experiência piloto nas cidades de Jundiaí e Monte Mor, o<img class="alignright size-full wp-image-4235" title="Sacolas" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Sacolas.jpg" alt="" width="316" height="245" />banimento da entrega gratuita das sacolinhas plásticas se estenderá para todo o Estado.</em></h3>
<p style="text-align: justify;">É o que promete um acordo de cooperação que será assinado na semana que vem entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e a Associação Paulista de Supermercados (Apas). De acordo com esse protocolo, até o final do ano os supermercados representados pela Apas – que representa 80% dos supermercadistas paulistas – deixarão de entregar as atuais sacolas, que são derivadas de petróleo, ao consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">“A proposta é o consumidor criar o hábito de levar a sua embalagem ao supermercado. Com a mudança de comportamento será possível acabar com o uso da sacola descartável e incluir as retornáveis (de pano, lona), carrinhos de feira, caixa de papelão”, explica Orlando Morando, vice-presidente da Apas. A ideia é induzir o cidadão a ir às compras com sacola retornável (como as de feira), ecobags (reutilizável e feita em material renovável), carrinho de feira, caixa de madeira ou mochila. Se for assim, o custo será zero. A outra opção será reutilizar caixas de papelão cedidas pelo supermercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se preferir a sacola descartável, o consumidor terá de pagar pelo uso da embalagem ecologicamente correta – como a biodegradável, feita de amido de milho, já disponível nos supermercados de Jundiaí. Também serão oferecidas para venda caixas de papelão novas para montagem. “A ideia não é vender sacolinha, mas incentivar o consumidor a utilizar as retornáveis. O supermercado não terá margem de lucro porque repassará o mesmo valor cobrado pelo fabricante da embalagem”, frisa o vice-presidente da Apas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A experiência de Jundiaí</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desde agosto do ano passado, Jundiaí – uma cidade de 370 mil habitantes – começou a pôr em prática a ação que se espalha pelo Brasil e pelo mundo: o fim das sacolas plásticas nos mercados, tirando de circulação o produto derivado do petróleo que leva mais de um século para se decompor. Em seu lugar, está sendo comercializada uma sacola biodegradável (em 180 dias), feita de amido de milho a R$ 0,19.</p>
<p style="text-align: justify;">Oito meses depois, a Prefeitura de Jundiaí calcula ter reduzido em 95% a distribuição das sacolas. A maioria dos moradores de Jundiaí optou por levar sacolas retornáveis e carrinhos de feira e poucos desembolsaram pela embalagem biodegradável. A substituição de embalagem teve adesão de 95% dos supermercados de Jundiaí e recebeu a aprovação de 75% da população, informa a Apas. A prática foi adotada, também, na cidade de Monte Mor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Com informação do Diário Oficial.<br />
</em><em>** Publicado originalmente no site</em><em> </em><em><a href="http://www.paginasustentavel.com.br/sustentabilidade/134-fim-sacolas-plasticas-nos-supermercados-tambem-em-sp.html" target="_blank"><em><span style="color: #333333;">Página Sustentável</span></em></a>.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:  <a href="http://envolverde.com.br/noticias/fim-sacolas-plasticas-nos-supermercados-tambem-em-sp/"><span style="color: #333333;">Envolverde</span></a></p>
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		<title>Projeto faz lixo virar roupa e limpa o Morro dos Macacos</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 09:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coleta Seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduo / Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Reutilizar]]></category>
		<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camilo Coelho &#8211; Blog da Pacificação – Relatos de uma cidade integrada Que tal trocar o lixo sólido produzido diariamente na sua casa por arroz, feijão, farinha ou material de limpeza? A ideia do projeto Limpar (Lixo Movimentando Produção, &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2011/03/13/projeto-faz-lixo-virar-roupa-e-limpa-o-morro-dos-macacos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por<strong> </strong></em><em>Camilo Coelho &#8211; </em><em><a href="http://www.blogdapacificacao.com.br/macacos/projeto-faz-lixo-virar-roupa-e-limpa-o-morro-dos-macacos/"><span style="color: #333333;">Blog da Pacificação – Relatos de uma cidade integrada</span></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3695" title="Macacos_projeto" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto.jpg" alt="" width="680" height="451" /></p>
<p style="text-align: justify;">Que tal trocar o lixo sólido produzido diariamente na sua casa por arroz, feijão, farinha ou material de limpeza? A ideia do projeto Limpar (Lixo Movimentando Produção, Arte e Renda) surgiu em 2008 com o objetivo de alertar e sensibilizar os moradores do Morro dos Macacos sobre a necessidade de diminuir a quantidade de lixo jogado diariamente nos becos e vielas da comunidade. E está dando muito certo. Na semana passada fui lá conhecer e fiquei surpreso com a capacidade de organização, de conscientização junto aos moradores e o sucesso do trabalho. O que vi foi um projeto muito bem estruturado, mas que sem apoio ficará restrito às 300 famílias atendidas atualmente. Além da reciclagem, existem duas meninas que transformam o lixo em arte: camisas, vestidos, saias, bolsas, banco de garrafa pet e tudo aquilo que a criatividade permitir. Deixei a comunidade com a impressão de que com um investimento o Projeto Limpar pode se estender para todas as famílias do Morro dos Macacos e se tornar um modelo de coleta de lixo para outros morros e favelas do Rio. Vou contar agora um pouco do que conheci.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto Limpar funciona embaixo do Centro Cultural da Criança (CCCcria), localizado na Rua Armando de Albuquerque, a principal via do Morro dos Macacos. Quando cheguei fui recebido pela Regina Maria da Silva, que é a responsável por todo o trabalho. Ela me levou para conhecer o espaço e depois contou um pouco da história do Limpar. A ideia da reciclagem surgiu em dezembro de 2008. Presidente do Centro Educacional de Ação da Criança e do Adolescente (Ceaca), Anna Marcondes estava incomodada com o lixo que se acumulava em frente ao Centro Cultural da Criança – onde hoje funciona o projeto – e preocupada com a possibilidade de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">- A Dona Anna me deu três meses para conscientizar os moradores. A comunidade não sabia como tratar o lixo. Fizemos reuniões, conversamos e em três meses o espaço já estava lotado de material – conta Regina Maria, que ficou conhecida na comunidade como a “rainha da sucata”.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3697" title="Macacos_projeto_2" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto_2.jpg" alt="" width="680" height="506" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para o trabalho dar certo, primeiro foi preciso explicar aos moradores como fazer e a importância da reciclagem para o bem-estar de todos. São realizadas palestras educativas e diariamente duas funcionárias visitam as residências para conversar com os moradores. Atualmente, o Limpar tem 300 famílias cadastradas, pessoas que trocam o lixo seco pela “moeda verde” (alimento não-perecível). A reciclagem começa dentro das casas, separando plástico, papel, garrafas pet, vidro e jornal.</p>
<p style="text-align: justify;">- Pedimos para as pessoas descerem com material limpo, sem comida ou qualquer coisa que possa trazer um cheiro insuportável aqui para dentro. Todo o material é pesado e temos um controle para saber exatamente quanto cada família trouxe. O lixo é transformado em moeda verde e trocado por comida – explica Regina.</p>
<p style="text-align: justify;">O lixo que chega é todo separado dentro do projeto. Os funcionários colocam em sacos diferentes o material dividido em tipo ou cores diferentes. Depois tudo é levado para um ferro-velho e vendido. E o dinheiro obtido é utilizado para a compra de mais alimentos. Uma coisa sustenta a outra e assim o projeto vai caminhando. Sem nenhum tipo de apoio, o serviço fica restrito a apenas parte da comunidade. Muitas vezes existe dificuldade até para conseguir os sacos que separam o lixo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Incentivo nós temos, precisamos é de alguém que abrace o projeto. Não atendemos a comunidade toda porque não temos condições. Se todos os moradores participarem, daqui a algum tempo seremos uma comunidade modelo, limpa, onde as crianças vão poder brincar sem problemas. Esse é o nosso objetivo – sonha a responsável pelo Limpar, que ainda me contou um número impressionante:</p>
<p style="text-align: justify;">- No ano passado conseguimos separar aproximadamente 15 toneladas de lixo seco. Imagina esse material espalhado pela comunidade?</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3698" title="Macacos_projeto_3" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto_3.jpg" alt="" width="680" height="453" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Lixo movimentado para arte e renda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas o projeto não está limitado a ‘apenas’ limpar a comunidade. No Limpar o lixo também é reciclado em forma de arte. E com muita originalidade. As oficinas de artesanato são responsabilidade das meninas Taiza Pinto dos Santos (de blusa vinho nas fotos) e Camila da Silva Teodoro (que veste verde). Elas criam roupas lindas, bolsas que utilizam disco de vinil e utensílios para o lar. O material foi apresentado ao público no ano passado, durante o I Ceaca Fashion Morro Sustentável, realizado no Centro Cultural da Light, em Vila Isabel. No acervo de moda, destaque para as roupas customizadas com retalhos, disquetes e lacres de lata de alumínio. Pelo trabalho, as meninas recebem uma bolsa de R$ 100. Taiza e Camila também são as responsáveis pelas palestras nas escolas, visitas nas casas dos moradores cadastrados e aulas de artesanato. Todos os funcionários do projeto Limpar precisam estar estudando.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, o Projeto Limpar se trata de uma grande iniciativa da comunidade. Algo inovador que com o apoio necessário pode servir de modelo para outras localidades. Seria uma solução simples para o grande problema do lixo, que tanto incomoda quem vive ou visita os morros e favelas. Alguém se habilita a ajudar?</p>
<p><strong><span style="color: #333333;">Veja mais fotos do projeto:</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #333333;"><span style="color: #333333;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3699" title="Macacos_projeto_4" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto_4.jpg" alt="" width="680" height="453" /></span><img class="aligncenter size-full wp-image-3700" title="Macacos_projeto_5" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto_5.jpg" alt="" width="680" height="453" /><img class="aligncenter size-full wp-image-3701" title="Macacos_projeto_6" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto_6.jpg" alt="" width="680" height="453" /><img class="aligncenter size-full wp-image-3702" title="Macacos_projeto_7" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Macacos_projeto_7.jpg" alt="" width="680" height="456" /></span></strong><strong><span style="color: #333333;">Se você quiser seguir a Recicloteca no Twitter, clique</span></strong><strong><span style="color: #008000;"> </span></strong><strong><a href="http://twitter.com/Recicloteca"><span style="color: #008000;">aqui</span></a>.</strong></p>
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		<title>Sacolas plásticas oxibiodegradáveis se decompõem rapidamente, mas também deixam rastros</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 09:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Reduzir]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduo / Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado em fevereiro 10, 2011 por HC - EcoDebate; Reportagem de Pedro Rocha Franco, no Correio Braziliense. No mesmo caminho de países desenvolvidos, aos poucos o Brasil abre guerra contra os sacos plásticos. Depois de cidades do interior de São Paulo terem proibido &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2011/02/13/sacolas-plasticas-oxibiodegradaveis-se-decompoem-rapidamente-mas-tambem-deixam-rastros/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><em>Publicado em fevereiro 10, 2011 por <span style="color: #333333;"><a title="Posts de HC" href="http://www.ecodebate.com.br/author/admin/"><span style="color: #333333;">HC</span></a> </span></em>- <a style="color: #333333;" href="http://www.ecodebate.com.br/94a">EcoDebate;<br />
</a></span><span style="color: #333333;">Reportagem de Pedro Rocha Franco, no <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/02/09/interna_ciencia_saude,236808/sacolas-plasticas-se-decompoem-rapidamente-mas-tambem-deixam-rastros.shtml"><span style="color: #333333;">Correio Braziliense</span></a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;">No mesmo caminho de países desenvolvidos, aos poucos o Brasil abre guerra contra os sacos plásticos. Depois de cidades do interior de São Paulo terem proibido a distribuição das embalagens em estabelecimentos comerciais, as primeiras capitais também entram na batalha. Mas um dilema se cria a partir da nova legislação: o que irá substituir as sacolinhas no vaivém de supermercados; nas entregas em domicílio de farmácias; e em outras tarefas do dia a dia que, nas últimas duas décadas, foram atribuídas quase que exclusivamente aos embrulhos de plástico?</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentado como solução moderna e prática nos anos 1980, esse tipo de sacola se tornou um dos vilões do meio ambiente. Estudos comprovam a nocividade das embalagens, dada a sua lenta degradação — levam até 500 anos para se decompor — e os prejuízos que podem causar ao meio ambiente. Nas grandes cidades, contribuem para inundações; nas regiões litorâneas, são responsáveis pela mortandade de tartarugas, peixes e outros animais aquáticos, que confundem o saco com alimentos e o ingerem.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de então, europeus e norte-americanos decidiram reduzir a circulação das embalagens. No Brasil, pouco a pouco, prefeituras criam medidas para coibir o uso. Resistente à abolição das sacolinhas, a indústria do plástico decidiu criar um outro modelo, mais resistente e com processo de decomposição muito mais rápido. A promessa é de que, em apenas seis meses, as chamadas sacolas oxibiodegradáveis se decomponham completamente .</p>
<p style="text-align: justify;">Estudo do Instituto Plastivida — entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor —, porém, desmistifica a teoria e a define como uma vilã ainda mais perigosa para a natureza. Na presença de luz, a embalagem oxibiodegradável sofre reações na cadeia polimérica e se transforma em pequenos fragmentos, de 1cm a 2cm quadrados, que são lançados no ambiente e causam problemas ainda maiores que a sacola tradicional. O produto chegou a ser adotado por redes de supermercado, mas praticamente todas as retiraram dos caixas ao saber do prejuízo. “Deixa de ser sacola fisicamente, mas está bem presente no meio ambiente”, afirma a assessora técnica do Instituto Plastivida Silvia Rolim.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente das sacolas tradicionais, as chamadas oxibiodegradáveis recebem um aditivo químico para acelerar o processo de pulverização, sendo lançadas no meio ambiente aleatoriamente, sem qualquer preocupação com sua destinação. “O importante é eliminar o consumo excessivo de sacolas, consumindo só o estritamente necessário e reaproveitando o máximo possível, mas as oxibiodegradáveis vão contra essa lógica. É um mal conceitual espantoso”, avalia Silvia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333333;">Proibição</span></strong><br />
A partir da difusão das informações contrárias aos sacos plásticos, países europeus e norte-americanos tomaram medidas de controle do uso. Estimativas indicam a produção de pelo menos 1 trilhão de unidades por ano — no Brasil, são cerca de 20 bilhões/ano. Seguindo o exemplo desses países, Jundiaí e Piracicaba, ambas no interior paulista, foram as primeiras cidades a vetar a distribuição de sacolas. Em 2008, a Prefeitura de Belo Horizonte sancionou projeto semelhante, dando prazo de três anos para que os estabelecimentos comerciais se adaptassem à nova lei. O período se esgota em 28 de fevereiro e, a partir de março, tem início a fiscalização. A legislação prevê cinco tipos de penalidade, inclusive com a possibilidade de interdição do estabelecimento e cassação do alvará de funcionamento, em caso de descumprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Belo Horizonte será a primeira capital a tentar banir as sacolas plásticas. Na capital mineira, lanchonetes, lojas de roupa e farmácias já se adaptaram à obrigatoriedade, mas as redes de supermercado — maiores distribuidores dos sacos plásticos, com 1 bilhão por mês em todo o país —, contrárias à medida, dão sinais de que nada farão, menosprezando as punições. Rio de Janeiro e Porto Alegre também chegaram a criar leis, mas foram vetadas por inconstitucionalidade (os textos impunham o tipo de embalagem que seria entregue nos caixas). <span style="color: #008000;">[Comentário Recicloteca: O Estado do Rio de Janeiro possui uma Lei sobre Sacolas Plásticas (<a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/818312/lei-5502-09-rio-de-janeiro-rj"><span style="color: #008000;">Lei n° 5.502/09</span></a>)</span><span style="color: #008000;"><span style="color: #008000;"> <span style="color: #008000;">que entrou em vigor no dia 15 de julho de 2010]. </span></span></span>São Paulo também corre atrás de normas próprias e projeto de lei tramita na Câmara Municipal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333333;">Volta ao papel</span></strong><br />
Um passo no passado em benefício do futuro. Distribuída nos supermercados até o fim do anos 1980, a sacola de papel perdeu espaço com a entrada do plástico, mas, dada a maior preocupação com questões ambientais, o retorno do papel pode ser uma solução. Estudos feitos nos Estados Unidos mostram que dois sacos de papel substituem até 14 unidades de plástico. As redes de supermercado justificam a resistência em adotar as novas embalagens pelo custo elevado. Cada unidade pode custar até 10 vezes mais que uma de plástico. “Há desperdício no uso da sacolinha. No comparativo um por um, o preço do papel é maior mesmo, mas é preciso comparar com o número de sacos que são tirados de circulação”, explica o presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel e Papelão de Minas Gerais (Sinpapel-MG) e da empresa Imballaggio, Antônio Eduardo Baggio.</p>
<p style="text-align: justify;">Defensor do uso dos sacos de papel, ele acredita ser a maneira mais viável de substituir o plástico sem necessidade de mudança radical do comportamento dos clientes. “A única diferença é no modo de carregar as compras. Em vez de se levar várias sacolas pela alça, as compras serão levadas nos braços. Igual se vê em filmes”, reitera. Diferentemente disso, as sacolas de ráfia e lona requerem que o consumidor saiba de antemão que vai às compras e carregue consigo, no carro ou na bolsa, uma unidade das chamadas ecobags, ou sacolas ecológicas. Caso contrário, toda vez que for ao supermercado será preciso pagar por uma sacola nova.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333333;">PELO MUNDO</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333333;">Europa</span></strong><br />
» Desde o ano 2000, algumas cidades passaram a cobrar entre R$ 0,20 e R$ 0,70 por cada sacola plástica entregue nos caixas de supermercado, enquanto as unidades de papel são opção gratuita. Na Irlanda, o consumo chegou a cair 90% e o imposto é convertido para ações de proteção ambiental. Na Holanda, foram adotadas sacolas plásticas reutilizáveis, feitas com material mais resistente, e também vendidas em supermercados. Na Suíça, são usadas sacolas de ráfia e de lona.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="color: #333333;">Estados Unidos</span></strong></span><br />
» O consumidor pode optar tanto pelo saco plástico quanto pelo de papel ao comprar em supermercados. Os norte-americanos preferem a segunda opção. Enquanto no fim dos anos 1990 a proporção de embalagens de papel para as de plástico era de um para quatro, atualmente, é de um para um.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #333333;">Índia e África do Sul</span></strong><br />
» Os estabelecimentos foram proibidos de distribuir os saquinhos plásticos, sob pena de multa e até prisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Sacola plástica fragmentada em pequenos pedaços</p>
<p style="text-align: justify;">* A composição da sacola oxibiodegradável se dá a partir da inclusão de um aditivo que acelera a oxidação quando a sacola é exposta ao calor e à luz solar.</p>
<p style="text-align: justify;">* Na presença de luz, a sacolinha sofre reações na cadeia polimérica e, em cerca de seis meses, se transforma em pequenos fragmentos, de 1cm a 2cm quadrados, praticamente se pulverizando.</p>
<p style="text-align: justify;">* Mesmo com a alteração física, a sacola segue presente na natureza e causa danos ainda mais graves que os do modelo tradicional, como a contaminação em rios e lagos e também a ingestão maléfica por parte de animais, que engolem fragmentos do plástico.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja outros <em>posts </em>sobre o assunto:</p>
<p><span style="color: #000000;"><a title="Permalink to Sacolas mais ecológicas ao alcance de todos, todos mesmo!" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/12/02/sacolas-mais-ecologicas-ao-alcance-de-todos-todos-mesmo/"><span style="color: #333333;">Sacolas mais ecológicas ao alcance de todos, todos mesmo!</span><br />
</a><a title="Permalink to Câmara vai restringir uso de sacola plástica, em São Paulo" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/11/12/camara-vai-restringir-uso-de-sacola-plastica-em-sao-paulo/"><span style="color: #333333;">Câmara vai restringir uso de sacola plástica, em São Paulo</span><br />
</a><a title="Permalink to A ingênua lei contra as sacolas plásticas" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/11/12/a-ingenua-lei-contra-as-sacolas-plasticas/"><span style="color: #333333;">A ingênua lei contra as sacolas plásticas</span><br />
</a><a title="Permalink to Recicloteca no Mais Você" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/26/recicloteca-no-mais-voce/"><span style="color: #333333;">Recicloteca no Mais Você</span><br />
</a><a title="Permalink to A Cidade do México e a Lei da Sacola Plástica" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/23/a-cidade-do-mexico-e-a-lei-da-sacola-plastica/"><span style="color: #333333;">A Cidade do México e a Lei da Sacola Plástica</span><br />
</a><a title="Permalink to A Lei do Saco Plástico" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/06/a-lei-do-saco-plastico/"><span style="color: #333333;">A Lei do Saco Plástico</span><br />
</a><a title="Permalink to Sacolas Plásticas – a Lei pega ou não pega?" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/04/sacolas-plasticas-%e2%80%93-a-lei-pega-ou-nao-pega/"><span style="color: #333333;">Sacolas Plásticas – a Lei pega ou não pega?</span><br />
</a><a title="Permalink to Sacola Plástica é uma questão de bom senso!" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/07/16/sacola-plastica-e-uma-questao-de-bom-senso/"><span style="color: #333333;">Sacola Plástica é uma questão de bom senso!</span><br />
</a><a title="Permalink to Conceitos: Biodegradável e Oxibiodegradável" rel="bookmark" href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/05/03/conceitos-biodegradavel-e-oxibiodegradavel/"><span style="color: #333333;">Conceitos: Biodegradável e Oxibiodegradável</span></a></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #333333;"><span style="color: #000000;">Gostou</span> dos textos? Detestou? Queremos saber!</span><br />
<a href="http://recicloteca.org.br/blog/?p=3334"><span style="color: #008000;">Deixe aqui seus comentários, criticas e sugestões!</span></a><br />
<span style="color: #333333;"> Estamos fazendo o blog para vocês e<br />
ele é uma construção conjunta.<br />
Ajude-nos a melhorá-lo!</span></strong></p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=Sacolas plásticas oxibiodegradáveis se decompõem rapidamente, mas também deixam rastros&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2011/02/13/sacolas-plasticas-oxibiodegradaveis-se-decompoem-rapidamente-mas-tambem-deixam-rastros/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Lei do Saco Plástico</title>
		<link>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/06/a-lei-do-saco-plastico/</link>
		<comments>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/06/a-lei-do-saco-plastico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 13:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Nós na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[3Rs]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última quarta-feira, a Recicloteca esteve no Jornal do Futura (Canal Futura) para uma entrevista sobre a lei das sacolas plásticas. Para quem não pode assistir pela televisão, estamos disponibilizando o vídeo aqui. Assista! Faça valer essa lei! Deixe seu comentário &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/06/a-lei-do-saco-plastico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quarta-feira, a Recicloteca esteve no Jornal do Futura (Canal Futura) para uma entrevista sobre a lei das sacolas plásticas.</p>
<p>Para quem não pode assistir pela televisão, estamos disponibilizando o vídeo aqui.</p>
<p>Assista! Faça valer essa lei! Deixe seu comentário aqui no Blog!</p>
<p><object style="background-image: url(&quot;http://i3.ytimg.com/vi/BIYvWi20GcU/hqdefault.jpg&quot;);" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BIYvWi20GcU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="background-image: url(&quot;http://i3.ytimg.com/vi/BIYvWi20GcU/hqdefault.jpg&quot;);" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BIYvWi20GcU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vale conferir o que diz a lei. Acesse através do <a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/CONTLEI.NSF/0/4157ea791e38b02a832575fb00642460?OpenDocument">link</a>.</p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=A Lei do Saco Plástico&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/06/a-lei-do-saco-plastico/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Sacolas Plásticas – a Lei pega ou não pega?</title>
		<link>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/04/sacolas-plasticas-%e2%80%93-a-lei-pega-ou-nao-pega/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 19:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Nós na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduo / Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Recicloteca]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde a implantação da Lei n° 5.502/09 sobre sacolas plásticas no estado do Rio de Janeiro, ela vem dando o que falar. Os supermercados, segundo a lei, são responsáveis por promover a substituição e recolhimento das sacolas, bem como, dar &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/04/sacolas-plasticas-%e2%80%93-a-lei-pega-ou-nao-pega/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/2010/06/california-vai-banir-sacolas-plasticas-gratuitas/"></a></p>
<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/2010/06/california-vai-banir-sacolas-plasticas-gratuitas/"></a></p>
<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/2010/06/california-vai-banir-sacolas-plasticas-gratuitas/"></a></p>
<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/2010/06/california-vai-banir-sacolas-plasticas-gratuitas/"></p>
<div id="attachment_810" class="wp-caption aligncenter" style="width: 269px"><img class="size-full wp-image-810" title="images" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/images.jpg" alt="" width="259" height="194" /><p class="wp-caption-text">Fonte: Campanha do MMA &quot;Saco é um saco&quot; - Reusablebags.com</p></div>
<p></a></p>
<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/2010/06/california-vai-banir-sacolas-plasticas-gratuitas/"></a></p>
<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/2010/06/california-vai-banir-sacolas-plasticas-gratuitas/"></a></p>
<p>Desde a implantação da <strong>Lei n° 5.502/09</strong><strong> </strong>sobre sacolas plásticas no estado do Rio de Janeiro, ela vem dando o que falar.</p>
<p>Os supermercados, segundo a lei, são responsáveis por promover a substituição e recolhimento das sacolas, bem como, dar uma destinação correta às mesmas, fazendo com que retornem ao ciclo produtivo através da reciclagem.</p>
<p>Até que os estabelecimentos comerciais de que trata a lei realizem a substituição das sacolas, eles terão que:</p>
<p>- dar um desconto de R$ 0,03 a cada 5 itens adquiridos por clientes que dispensem o uso da sacola plástica;</p>
<p>- permutar 1kg de feijão ou arroz por 50 sacolas plásticas levada até o estabelecimento pelo consumidor. Caso o estabelecimento não comercialize estes dois itens, deverá realizar a troca por 1kg de outro item que componha a cesta básica;</p>
<p>- apenas os estabelecimentos com mais de 200  m² de área construída são obrigados a realizar a permuta.</p>
<p>Mas os consumidores não estão bem informados sobre a lei e tem uma série de questões sobre o assunto. As mais comuns são “como vou armazenar meu lixo?” “tenho que comprar sacos agora?”, “como vou fazer para carregar minhas compras?”.</p>
<p>A questão pode parecer impossível de resolver e, até mesmo, complicada. Mas não é. Durante muitos anos, nossa sociedade viveu sem os materiais descartáveis. Usávamos as sacolas de palha, juta e tantos outros materiais resistentes. Os sacos fornecidos pelo comércio eram feitos de papel. E muitas pessoas utilizavam os carrinhos de feira. Ao longo das últimas décadas do século XX, estas práticas foram abandonadas e aderiu-se progressivamente aos saquinhos plásticos, sem se dar conta do impacto destes sobre o meio ambiente. Transformar ações e mudar hábitos leva tempo, mas já fizemos isso antes. Somos capazes de fazer isso novamente.</p>
<p>Os carrinhos de feira continuam no mercado. As sacolas retornáveis já chegaram há alguns anos e não pretendem desaparecer. As cadeias de supermercado estão oferecendo caixas de papelão para acomodar as compras na boca do caixa. As soluções estão sendo colocadas por nós e para nós o tempo todo, basta aceitarmos o desafio de mudar nosso comportamento e impactar o menos possível o ambiente em que vivemos.</p>
<p>Mas não podemos deixar de responder a questão de boa parte das pessoas: como armazenar o lixo doméstico?</p>
<p>Bom, para isso vamos nos valer do nosso bom senso e utilizar as sacolas plásticas de forma racional, levando para casa apenas o necessário para reutilizarmos depois nas lixeiras. No resto do tempo, façamos nossas compras com sacolas retornáveis, carrinhos de feira e caixas de papelão.</p>
<p>Vale conferir o que diz a lei. Acesse através do <a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/CONTLEI.NSF/0/4157ea791e38b02a832575fb00642460?OpenDocument">link</a>.</p>
<p>Em entrevista ao <strong>Jornal do Futura</strong>, a <strong>Recicloteca </strong>falou sobre a Lei das sacolas plásticas. Assista daqui a pouco, às 17:00h e a reprise às 23:30h, no Canal Futura.</p>
<p>Na TV por assinatura acesse o canal 32 da Net e no canal 08 da Sky.<br />
Se você tem antena parabólica, sintonize na polarização vertical 20.</p>
<p>Nos municípios de São Gonçalo e Niterói (RJ), além de alguns bairros da cidade do Rio de Janeiro, sintonize o canal 18, UHF.</p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=Sacolas Plásticas – a Lei pega ou não pega?&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/04/sacolas-plasticas-%e2%80%93-a-lei-pega-ou-nao-pega/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>CURSO &#8211; A RECICLAGEM DE PLÁSTICOS</title>
		<link>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/07/26/curso-a-reciclagem-de-plasticos/</link>
		<comments>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/07/26/curso-a-reciclagem-de-plasticos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 22:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclar]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://recicloteca.org.br/blog/?p=765</guid>
		<description><![CDATA[CURSO BÁSICO Público Alvo Ambientalistas, educadores, pessoas que atuam no 3º setor,estudantes e demais interessados em obter informações básicas sobre reciclagem de plásticos. Conteúdo - Meio Ambiente: lixo doméstico (composição); potencial socioeconômico; coleta seletiva; legislação para a coleta de embalagens; &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/07/26/curso-a-reciclagem-de-plasticos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-772" title="fardos de pet PRS-C" src="http://recicloteca.org.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/fardos-de-pet-PRS-C-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #000080;">CURSO BÁSICO</span></strong></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">Público Alvo</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;">Ambientalistas, educadores, pessoas que atuam no 3º setor,estudantes e demais interessados em obter informações básicas sobre reciclagem de plásticos.<br />
Conteúdo</span></p>
<p style="text-align: left; padding-left: 120px;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">- Meio Ambiente:</span></strong></span></p>
<ul style="text-align: left; padding-left: 120px;">
<li><span style="color: #000080;">lixo doméstico (composição);</span></li>
<li><span style="color: #000080;">potencial socioeconômico;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">coleta seletiva;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">legislação para a coleta de embalagens;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">novos incentivos para a reciclagem.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: left; padding-left: 120px;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">- Resina Plástica:</span></strong></span></p>
<ul style="text-align: left; padding-left: 120px;">
<li><span style="color: #000080;">definições;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">identificação rápida;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">índice de fluidez;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">aplicações de PE PP e PET;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">plásticos &#8220;verdes&#8221;;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">plásticos biodegradáveis e oxibiodegradáveis.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: left; padding-left: 120px;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">- Processos de Reciclagem:</span></strong></span></p>
<ul style="text-align: left; padding-left: 120px;">
<li><span style="color: #000080;">viabilidade econômica;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">reciclagem mecânica;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">equipamentos;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">fluxograma.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="color: #000080;">Palestrante:</span></strong><span style="color: #000080;"> Eng. Adilson Santiago Pires</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000080;"><strong>Data: </strong>28 de agosto de 2010, das 8:30 às 12:30</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">CURSO AVANÇADO</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">Público Alvo</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;">Profissionais liberais, estudantes de nível superior, recicladores de plástico, proprietários de depósitos de sucatas, e participantes de cooperativas de catadores, interessados em agregar valor a produção.</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">Conteúdo</span></strong></span></p>
<p style="padding-left: 120px;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">- Noções dos processos de transformação dos plásticos:</span></strong></span></p>
<ul style="padding-left: 120px;">
<li><span style="color: #000080;">injeção, extrusão e sopro;</span></li>
</ul>
<p style="padding-left: 120px;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">- Processos de Reciclagem:</span></strong></span></p>
<ul style="padding-left: 120px;">
<li><span style="color: #000080;">viabilidade econômica;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">reciclagem mecânica;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">equipamentos;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">processo de reciclagem de PE, PP e PET;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">preços de recicláveis;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">separação de misturas de plásticos por densidade;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">PET reciclado;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">aplicações;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">fornecedores de sucata plástica;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">noções de eletricidade;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">decantador para separação de lama.</span></li>
</ul>
<p style="padding-left: 120px;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #000080;">- Projeto de uma Recicladora:</span></strong></span></p>
<ul style="padding-left: 120px;">
<li><span style="color: #000080;">estudo de viabilidade técnico-econômica;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">custos fixos e variáveis;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">capital de giro;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">retorno do investimento;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">ponto de equilíbrio;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">rentabilidade.</span></li>
</ul>
<p><strong><span style="color: #000080;">Palestrante:</span></strong><span style="color: #000080;"> Eng. Adilson Santiago Pires</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Data: </strong>28 de agosto de 2010, das 13:30 às 17:30<br />
<strong> Inscrições:</strong> <span style="color: #008000;">faça aqui o  <a href="http://www.recicloteca.org.br/FICHA%20DE%20INSCRIÇÃO%20-%202%20CURSOS.doc">download </a>da ficha de inscrição e envie preenchida para o e-mail eco@recicloteca.org.br </span></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Investimento:</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Curso Básico &#8211; </strong> R$ 200,00<br />
<strong> Curso Avançado</strong> &#8211;  R$ 250,00<br />
<strong>Para os 2 cursos</strong> &#8211; R$ 430,00 </span></p>
<p><span style="color: #000080;">Incluso apostila e coffe break</span></p>
<p><span style="color: #000080;"><strong>Atenção: </strong>É o único evento que aborda a reciclagem de polietileno, polipropileno e PET num só seminário.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Local:<br />
<strong> Recicloteca</strong><br />
Rua Miranda Valverde, 118/101<br />
Botafogo – Rio de Janeiro<br />
Tel: 2551-6215 / 2552-6393</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">_______________________________________</span></p>
<p><strong><span style="color: #000080;">* Palestrante: </span></strong><span style="color: #000080;">Eng. Adilson Santiago Pires</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000080;">Engenheiro Químico pela UFRJ</span></li>
<li><span style="color: #000080;">Concluiu os Cursos de Identificação de Materiais Plásticos, Injeção de Plásticos e de Extrusão de Filmes Plásticos Tubulares &#8211; FIESP</span></li>
<li><span style="color: #000080;">Atuou 26 anos em Ind. Químicas nas áreas: Industrial / Qualidade, Meio Ambiente,Treinamento e Desenvolvimento;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">Administrou recicladoras de polietileno e de poliestireno+ABS;<span style="text-decoration: underline;"> </span></span></li>
<li><span style="color: #000080;">Gerenciou o projeto de coleta seletiva do Centro de Reabilitação Piracicaba-SP;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">Trabalhou como consultor em projeto para  reciclagem de frascos plásticos de óleo lubrificante, financiado pela FAPESP, com participação de pesquisadores da UFSCar e da UNESP;</span></li>
</ul>
<ul>
<li><strong><span style="color: #000080;">Está desenvolvendo atualmente um processo para a desmetalização e reciclagem de CD (policarbonato);</span></strong></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color: #000080;">Ministra cursos e palestras relacionados à reciclagem de plásticos em diversas instituições e para grupos particulares;</span></li>
<li><span style="color: #000080;">Participa de seminários de reciclagem de plásticos e coleta seletiva</span><strong><span style="color: #000080;">;</span></strong></li>
<li><span style="color: #000080;">Atua na área de reciclagem de plásticos desde 1994.</span></li>
</ul>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=CURSO &#8211; A RECICLAGEM DE PLÁSTICOS&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/07/26/curso-a-reciclagem-de-plasticos/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Conceitos: Biodegradável e Oxibiodegradável</title>
		<link>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/05/03/conceitos-biodegradavel-e-oxibiodegradavel/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 16:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduo / Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O plástico oxibiodegradável tenta se passar por biodegradável. Ainda hoje, seus fabricantes o promovem como “Ecologicamente Correto!” *. O comércio acredita que está adquirindo um produto menos impactante e os clientes, por sua vez, gostam da idéia de que suas &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/05/03/conceitos-biodegradavel-e-oxibiodegradavel/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O plástico oxibiodegradável tenta se passar por biodegradável. Ainda hoje, seus fabricantes o promovem como “Ecologicamente Correto!” *. O comércio acredita que está adquirindo um produto menos impactante e os clientes, por sua vez, gostam da idéia de que suas compras estão sendo embaladas em sacolas sustentáveis.</p>
<p>A esfera pública também se enganou. O deputado estadual Sebastião Almeida (PT – SP), defendeu o Projeto de Lei 534/07 que previa a substituição das sacolas plásticas atuais pelas oxibiodegradáveis. Sua definição do material reflete bem a confusão geral com o biodegradável: “(&#8230;) embalagem plástica oxi-biodegradável [é] aquela que apresenta degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, e posterior capacidade de ser biodegradada por microorganismos e que os resíduos finais não sejam eco-tóxicos”. O projeto foi vetado em setembro de 2007.</p>
<p>Por outro lado, os materiais biodegradáveis não podem ser considerados a solução para o problema dos plásticos. Seu uso traz uma discussão ética, já que utiliza “alimentos” como mandioca, milho, cana de açúcar etc., para fabricação de objetos descartáveis, como sacolas e poliestireno expandido (mais conhecido como isopor®). A tecnologia atual usa três quilos de açúcar para a fabricação de um quilo de plástico biodegradável. Sua decomposição ainda gera como produto final chorume e gases do efeito estufa, agravando o aquecimento global.</p>
<p>Entenda abaixo a diferença entre biodegradável e oxibiodegradável.</p>
<p>Biodegradável – É decomposto pela ação de organismos vivos. O uso do termo geralmente pressupõe que os resíduos da decomposição não são tóxicos nem sofrerão bioacumulação. A maior parte do lixo de origem orgânica (papéis, tecidos de algodão, couro, madeira etc.) é biodegradável, e a maioria dos plásticos atuais não. (Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais).</p>
<p>Plástico oxibiodegradável &#8211; É aquele que recebe um aditivo para acelerar seu processo de degradação, mas não se decompõe em até seis meses. Não atende as normas técnicas nacionais e internacionais sobre biodegradação. Portanto, não é biodegradável. Este plástico, apenas divide-se em milhares de pedacinhos. No fim do processo não desaparece, mas vira um pó que pode parar em rios, lagos e mares. Isso significa que nossa geração poderá beber involuntariamente plástico oxidegradável misturado à água! E mais: os fragmentos podem ser ingeridos por animais silvestres e animais de criações nas fazendas, causando sérios danos econômicos e ambientais. (Plastivida).</p>
<p>Se ainda estiver em dúvida sobre este e outros temas ambientais, entre em contato com a Recicloteca. </p>
<p>Relacionados:<br />
<a href="http://recicloteca.org.br/blog/?p=13">“Não Embale o Planeta” </a></p>
<p>* Frase disponível no site da <a href="http://www.emplasmyl.com.br/sacolas-ecologicamente-corretas.html">Emplasmyl Embalagens</a></p>
<p>Sites:<br />
<a href="http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/ListaProjetos?vgnextoid=b45fa965ad37d110VgnVCM100000600014acRCRD&#038;tipo=1">Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo</a></p>
<p><a href="http://www.plastivida.org.br/2009/Noticias_2009_003.aspx">Plastivida</a></p>
<p>Dados do livro:<br />
LIMA-E-SILVA, Pedro Paulo de, GUERRA, Antônio J. T., MOUSINHO, Patrícia (organizadores). Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais. Rio de Janeiro: Thex Ed., 1999. </p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=Conceitos: Biodegradável e Oxibiodegradável&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/05/03/conceitos-biodegradavel-e-oxibiodegradavel/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E de quem é a responsabilidade? – Empresas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 19:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[A responsabilidade é de todos &#8211; sociedade, poder público e empresas. Porém, os diversos atores deste processo possuem responsabilidades diferentes, que dialogam e intervêm um no outro. E cada um pode fazer sua parte na manutenção e proteção do ambiente &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/04/05/e-de-quem-e-a-responsabilidade-%e2%80%93-empresas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A responsabilidade é de todos &#8211; sociedade, poder público e empresas. Porém, os diversos atores deste processo possuem responsabilidades diferentes, que dialogam e intervêm um no outro. E cada um pode fazer sua parte na manutenção e proteção do ambiente que vivemos. E qual será ou qual deveria ser o papel das empresas?</p>
<p><strong>Sociedade                 Poder Público                      Empresas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Empresas</strong></p>
<p>Já foi o tempo no qual a relação empresa &#8211; consumidor se resumia a produção e a venda de produtos por um lado, e o consumo puro e simples por outro.</p>
<p>Os consumidores são cada vez mais capazes de influenciar as ações das indústrias, seja pela comunicação direta com as mesmas, seja ao demonstrar suas aspirações através dos seus hábitos de compra. E as empresas estão cada vez mais atentas as tendências de consumo.</p>
<p>A pressão do poder público através de legislações ambientais mais rígidas, fiscalização e campanhas educativas faz com que os empreendimentos se adaptem a processos cada vez mais sustentáveis. Um bom exemplo disso é a legislação de plástico em alguns estados, as resoluções Conama sobre Pilhas e Baterias e sobre Pneumáticos (este tema foi tratado em uma postagem anterior desta campanha).</p>
<p>Há um ano, o Ministério do Meio Ambiente está veiculando a campanha “Saco é um Saco” no qual estimula a população e empresas a reduzirem a quantidade de sacola plástica que circula no país. Como parte da parceria desta campanha, a rede de supermercados Carrefour pretende banir as sacolinhas plásticas das suas lojas até 2014. O supermercado Zona Sul, a C&amp;A e Lojas Americanas, entre outras empresas, disponibilizaram para venda sacolas retornáveis em suas dependências.</p>
<p>A rede Pão de Açúcar, além das sacolas retornáveis, colocou na “boca do caixa” a opção para que seus clientes possam descartar ali mesmo as embalagens que considerarem desnecessárias.</p>
<p>O Wal-Mart desafiou 10 fornecedores de marcas consagradas no mercado, como o Mate Leão e a Band-Aid, a fabricarem produtos mais eficientes do ponto de vista ambiental. O desafio envolvia a redução de consumo de energia e matéria prima na produção, uso de material reciclado e redução do tamanho das embalagens, bem como destinação inteligente do lixo, entre outras. Vale a pena conferir o resultado deste desafio na loja ou no programa Cidade e Soluções da Globo News. Além disso, para quem leva sua própria sacola retornável às compras, o supermercado oferece R$ 0,03 de desconto na aquisição de cada cinco itens. Uma ótima forma de incentivar o consumidor a racionalizar o uso das sacolinhas.</p>
<p>Além dos varejistas, as grandes empresas também estão atentas às demandas do seu público. As linhas de concentrados, como sucos, amaciantes e mate, já estão no mercado há algum tempo. Também foi lançado o detergente em pó livre de fosfato* e o sabão em pasta feito a partir de óleo de cozinha reciclado. O leite de saquinho já voltou às gôndolas dos supermercados de bairro e produtos e embalagens feitas de materiais reciclados já se encontram em versões que vão desde a escova de dente com o cabo de 40% plástico pré-consumo reciclado às telhas feitas com tubos de creme dental.</p>
<p>Vale a pena conferir estas e muitas outras iniciativas.</p>
<p>Descubra no seu bairro quais são os produtos disponíveis, o que o comércio está fazendo para diminuir o impacto ambiental e divulgue seus os exemplos aqui!</p>
<p><em>*O acumulo de fosfato nos rios e nos mares favorece a proliferação de algas, reduzindo a quantidade de oxigênio disponível nas águas e comprometendo a todo o ecossistema.</em></p>
<p>Visite os site:</p>
<p><a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/">Saco é um saco</a> e o <a href="http://www.sacoeumsaco.com.br/blog/">Blog da campanha</a></p>
<p>Assista:</p>
<p><a href="http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1493228-17665-304,00.html">Cidades e Soluções</a></p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=E de quem é a responsabilidade? – Empresas&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/04/05/e-de-quem-e-a-responsabilidade-%e2%80%93-empresas/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>E de quem é a responsabilidade? – Poder Público</title>
		<link>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/03/24/e-de-quem-e-a-responsabilidade-%e2%80%93-poder-publico/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 19:53:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Logística Reversa]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[A responsabilidade é de todos &#8211; sociedade, poder público e empresas. Porém, os diversos atores deste processo possuem responsabilidades diferentes, que dialogam e intervêm um no outro. E cada um pode fazer sua parte na manutenção e proteção do ambiente que vivemos. &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/03/24/e-de-quem-e-a-responsabilidade-%e2%80%93-poder-publico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A responsabilidade é de todos &#8211; sociedade, poder público e empresas. Porém, os diversos atores deste processo possuem responsabilidades diferentes, que dialogam e intervêm um no outro. E cada um pode fazer sua parte na manutenção e proteção do ambiente que vivemos.</p>
<p><strong>Empresas          Poder Público        Sociedade</strong></p>
<p><strong> </strong><br />
<strong>Poder Público</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Como já foi ressaltado, a Constituição Federal de 1988 define que:</p>
<p><em>“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.</em> (Constituição Federal Brasileira 1988, Capítulo VI, Artigo 225)</p>
<p>Infelizmente, não é bem isso que acontece. De acordo com o próprio governo brasileiro, no relatório para a Rio 92, o modelo de desenvolvimento adotado pela sociedade é “ecologicamente predatório, socialmente perverso e politicamente injusto”. Quase 20 anos depois a situação não mudou muito.</p>
<p>E o governo tem um importante papel na resolução dos problemas ambientais enfrentados pela sociedade hoje.</p>
<p>Se pararmos para refletir apenas sobre o tema da campanha trabalhada aqui &#8211; “NÃO EMBALE O PLANETA! &#8211; Seja um consumidor consciente dos seus atos!” – veremos a importância do poder público para lidar com os problemas gerados pelo consumo e descarte indiscriminado de embalagens.</p>
<p>Se por um lado temos uma quantidade enorme de extração de matéria-prima, utilização de água e energia no processo de produção de embalagens, por outro temos o descarte destas em lugares inapropriados, como nos lixões, ruas, rios e mares. Bens que estamos desperdiçando para fabricar produtos descartáveis e que, na maioria das vezes, não retornarão ao processo produtivo através da reciclagem.</p>
<p>Cabe ao governo regular a exploração do meio ambiente, fabricação e descarte destes produtos.</p>
<p>Entre suas responsabilidades, podem ser destacadas as seguintes:</p>
<p>- Desenvolver novas leis e aperfeiçoar as atuais, bem como garantir seu cumprimento através da fiscalização;</p>
<p>- Realizar campanhas de educação para o consumo consciente, levando a sociedade a refletir sobre seus hábitos de consumo;</p>
<p>- Incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias;</p>
<p>- Estimular a fabricação de produtos mais “verdes&#8221;, como os reciclados e os que utilizam matéria prima proveniente da extração sustentável, através dos incentivos fiscais;</p>
<p>- Promover a profissionalização das cooperativas de catadores e a coleta seletiva;</p>
<p>- Exigir um gerenciamento integrado de gestão do lixo que contemple a política dos 3Rs, depósito apropriado para os resíduos (aterro sanitário) ou um sistema eficiente de incineração.</p>
<p>Mas, a sociedade tem um importante papel no acompanhamento das atividades do Estado. Ela deve manter contato direto com os políticos, cobrando um maior cuidado com o ambiente em que vivemos e leis mais restritivas com relação ao descarte de resíduos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Pesquise no seu município e estado as leis relativas à gestão dos resíduos. Se não houver, solicite aos políticos a sua elaboração e execução.</p>
<p>Seja um cidadão consciente. Atue em prol de um ambiente mais saudável para você e seus filhos!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Abaixo, seguem algumas destas leis para que possamos acompanhar o seu cumprimento:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/contlei.nsf/bc008ecb13dcfc6e03256827006dbbf5/a99de949da84317803256863006e2857?OpenDocument&amp;Start=1.14&amp;ExpandView">Lei nº 3369/2000 </a>sobre o descarte de plástico no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><a href="http://spl.camara.rj.gov.br/spldocs/pl/2001/pl0298_2001_001873.pdf">Lei n.º 298/2001</a> do município do Rio de Janeiro sobre o descarte de lâmpada fluorescente.</p>
<p><a href="http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/contlei.nsf/b24a2da5a077847c032564f4005d4bf2/ac428eefd78f3e2a8325739a007a65e3?OpenDocument">Lei n.º 5.131/2007</a> do Estado do Rio de Janeiro sobre o descarte de lâmpada fluorescente.</p>
<p><a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=589">Resolução Conama 401/2008</a> sobre o descarte de Pilhas e Baterias.</p>
<p><a href="http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=616">Resolução Conama 416/2009</a> sobre o descarte de Pneu.</p>
<p><a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/501911.pdf">Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) </a>– O projeto lei da PNRS está tramitando no congresso desde 1991. No último dia 11 de março foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Agora ela segue para o Senado. <a href="http://www.camara.gov.br/Sileg/Prop_Detalhe.asp?id=366828">Acompanhe sua tramitação</a>.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p><a href="http://recicloteca.org.br/blog/?p=13">“NÃO EMBALE O PLANETA! - Seja um consumidor consciente dos seus atos!</a></p>
<p><a href="http://www.recicloteca.org.br/agora.asp?Ancora=2">3Rs</a></p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=E de quem é a responsabilidade? – Poder Público&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/03/24/e-de-quem-e-a-responsabilidade-%e2%80%93-poder-publico/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Consumo e Meio Ambiente</title>
		<link>http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/03/15/consumo-e-meio-ambiente/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 20:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Taís Queiroz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>

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		<description><![CDATA[O ato de consumo em si não é um problema. O consumo é necessário à vida e à sobrevivência de toda e qualquer espécie. Para respirar precisamos consumir o ar; para nos mantermos hidratados, temos que consumir água; para crescermos &#8230; <a href="http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/03/15/consumo-e-meio-ambiente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ato de consumo em si não é um problema. O consumo é necessário à vida e à sobrevivência de toda e qualquer espécie. Para respirar precisamos consumir o ar; para nos mantermos hidratados, temos que consumir água; para crescermos e nos mantermos saudáveis, necessitamos de alimentos. O mesmo acontece com outras espécies que compartilham este planeta conosco. São atos naturais que sempre existiram e (nos mantém vivos) que precisamos para nos mantermos vivos.</p>
<p>O problema é quando o consumo de bens e serviços acontece de forma exagerada, levando à exploração excessiva dos recursos naturais e interferindo no equilíbrio estabelecido do planeta.</p>
<p>Relatórios de respeitadas organizações ambientais defendem que nós, seres humanos, já estamos consumindo mais do que a capacidade do planeta de se regenerar, alterando o equilíbrio da Terra. Segundo o relatório Planeta Vivo (WWF, 2008), a população mundial já consome 30% a mais do que o planeta consegue repor. Outro relatório, o Estado do Mundo 2010, do <em>World Watch Institute</em> (WWI) coloca que hoje extraímos anualmente 60 bilhões de toneladas de recursos naturais. Isto representa 50% a mais do que extraíamos 30 anos atrás.</p>
<p>É verdade que a população mundial cresceu muito desde sua existência. No século XVIII (durante a revolução industrial) éramos cerca de 750 milhões de habitantes. Hoje, somos 6,8 bilhões de seres humanos na Terra. E segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a população mundial deve chegar a 8,9 bilhões de habitantes até 2050.</p>
<p>Isso naturalmente proporciona um aumento no consumo dos recursos do planeta. No entanto, esse consumo é extremamente desigual. Enquanto uns consomem muito mais do que suas necessidades básicas, outros sofrem com a falta de recursos. De acordo com o mesmo relatório do WWI (2010), um estudo do ecologista Stephen Pacala, da Universidade de Princeton, sobre a emissão de gás carbônico na atmosfera, revela que as 500 milhões de pessoas mais ricas do planeta (7% da população mundial) são responsáveis pela emissão de 50% do gás carbônico, enquanto três bilhões de pessoas mais pobres são responsáveis por apenas 6% das emissões deste gás.</p>
<p>Neste caso, o gás carbônico pode ser usado como referência para expressar a produção e o consumo de bens e serviços. Assim, os números mostram que, embora a população mundial tenha crescido muito, a desigualdade social e o consumo excessivo de uma pequena parcela da população são os principais agravantes.</p>
<p>Um outro problema, além da exploração do planeta, é a produção de lixo, os restos gerados diariamente pela sociedade. Segundo o último Censo do <a href="http://www.ibge.gov.br/">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE &#8211; 2000), anualmente, o Brasil produz cerca de 46 milhões de toneladas de lixo domiciliar. Em um grande município como o Rio de Janeiro, por exemplo, cada habitante gera em média 1,5kg de lixo por dia. O que significa, na verdade, uma produção diária de aproximadamente nove mil toneladas de resíduos.</p>
<p>Cerca de 51% deste resíduo é matéria orgânica, isto é comida, alimento. Os outros 49% é composta por materiais de todo tipo, como plástico, vidro, alumínio, papel, tecidos (como roupas velhas), borracha etc.. Essa quantidade monumental de lixo provoca um grande impacto socioambiental, especialmente se considerarmos que a maioria das cidades brasileiras não possui um depósito adequado para o mesmo.</p>
<p>A questão que temos que colocar aqui é: de quem é a responsabilidade pelo descarte desta quantidade monumental de resíduos, em especial as embalagens?</p>
<p>A resposta mais simples seria dizer que todos nós &#8211; Sociedade, Governo e Empresas &#8211; somos responsáveis. Mas, cada uma destes atores possuem responsabilidades diferentes neste processo. E é sobre isso que vamos refletir nos próximos <em>posts</em>.</p>
<p style="text-align: center;">Participe da Campanha!</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“NÃO EMBALE O PLANETA!”</strong>.</p>
<a rel="nofollow" href="http://promote.orkut.com/preview?nt=orkut.com&tt=Consumo e Meio Ambiente&du=http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/03/15/consumo-e-meio-ambiente/" target="_blank" title="Add to orkut">Add to orkut</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
</rss>

